segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

III anos sem ele o bom velhinho da CJC



Hoje sentimos saudades  do Padre Raimundo Benevides Gurgel, filho do agricultor Francisco das Chagas Gurgel e da senhora Ângela Benevides Fernandes. Era 13 de março de 1934, uma terça-feira.
   O que me leva a iniciar este texto com uma pequena passagem dos dados biográficos do padre Bené – como era conhecido por todos – é a tentativa de compreender como um menino do interior potiguar, castigado pela seca, conseguiu superar todos os obstáculos e se tornar uma figura ímpar na vida de cada um que tinha o privilégio de contar com a sua amizade. Vejo que a resposta já está diante de mim quando folheio sua biografia ou quando me lembro de suas histórias contadas nas longas conversas no seu escritório na Inspetoria Salesiana em Recife. Humildade. Perseverança. Paixão pela vida. Essas são as palavras, ainda que poucas, para explicar como alguém conseguiu ser tão bom filho, irmão, amigo, sacerdote e, sobretudo, um verdadeiro PAI para a juventude.
   O padre Benevides tinha em sua vida o firme propósito de amar a juventude a qualquer custo. Não importava o lugar, por mais remoto que fosse, ele gostava mesmo era de estar ao lado dos jovens, que o faziam se sentir vivo e pronto para enfrentar qualquer barreira que pudesse surgir em sua caminhada. Enviado à São Paulo para estudar teologia, depois à Espanha, onde foi ordenado sacerdote ou à Roma, para iniciar o mestrado, ele nunca abandonou suas origens nem seu objetivo de servir aos jovens. Por mais longe que estivesse sempre voltava para estar ao lado daqueles que lhe faziam arder o coração de alegria.
   Dos muitos jovens que passaram pelo Movimento CJC - o grande amor da vida do padre Bené - alguns tiveram o privilégio de conviver com ele mais intimamente e desfrutar de sua companhia agradável, ouvir seus sábios conselhos e sentir sua doçura até mesmo quando os repreendia. Os que não tiveram a oportunidade de estar com ele em seu cotidiano o amavam e admiravam mesmo assim pelo simples sorriso que oferecia despretensiosamente, pela calma ao falar e pela atenção dispensada a todos.
   O padre Benevides não foi um grande homem. Ele é um grande homem. Não há como pensar em Bené no passado, como alguém que simplesmente partiu e não deixou sementes para serem cultivadas. Somente fica no passado quem nada fez para tornar o mundo melhor e mais justo. O padre Benevides é presente. É hoje. É agora. O seu legado e a sua obra não podem ser esquecidas e é isso que o Movimento CJC busca a cada dia, ao lado de cada jovem: Perpetuar a luta do padre Bené por uma juventude santa e comprometida com a causa do Reino de Deus.

*13/03/1934
+30/12/2011
Mesmo a nossa comunidade não tendo convivido com ele sentimos uma Eterna saudade do bom velhinho da CJC
“O que vale a pena ser FEITO, deve ser Feito bem FEITO.”
Fonte: movimentocjcbr.blogspot.com.br

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Feliz Natal!

Senhor, nesta noite santa depositamos diante de
tua manjedoura todos os sonhos, todas as lágrimas
e esperanças contidas em nossos corações. pedimos
por aqueles que choram sem ter quem lhe enxugue
uma lágrima. Por aqueles que gemem sem ter quem
escute o seu clamor. Suplicamos por aqueles que te
 buscam sem saber ao certo onde te encontrar. Para
todos que gritam PAZ , quando nada mais podem gritar.
Abençoa Jesus Menino, cada pessoa do planeta terra.
colocando em seus corações um pouco da luz eterna
emanada de ti a qual revela sua graça e gloria eterna.
Amém

domingo, 22 de dezembro de 2013

4º Domingo do advento

Queridos amigos, chegamos ao 4º Domingo do Advento. Estamos bem próximo do Natal do Senhor. Hoje é acesa a última vela da coroa, a vela vermelha, do amor. Amor de Deus. “Deus amou de tal forma o mundo que enviou o Seu Filho para que todo aquele que Nele crer tenha a vida eterna”.
Na primeira leitura Deus promete um sinal “eis que uma virgem conceberá e dará a luz um filho”. Para Deus nada é impossível. Ele se manifesta em nosso meio realizando suas maravilhas em favor do seu povo.
A liturgia deste dia é um convite à acolhida, a abrir o coração para receber o Rei glorioso que vai chegar.
O evangelho apresenta a figura de José, o homem justo, que acolheu com fé as palavras do anjo e aceitou Maria como sua esposa.
A exemplo de José e de Maria, abramos o nosso coração para receber o Redentor. O Natal se aproxima, a vida brota de onde menos se espera. Pelo sim da Virgem, Deus vai fazer morada em nosso meio. O acolhamos em nosso coração e permitamos que ele possa habitar em nós.

Luis Souza

domingo, 15 de dezembro de 2013

3º Domingo do Advento


Queridos amigos, “ficai firmes na fé”! Com esta exortação de São Tiago abrem-se as portas do terceiro Domingo do Advento, o domingo gaudete, Domingo da Alegria.
Neste dia acende-se a terceira vela da coroa do Advento, a cor roxa, própria deste tempo que prepara o Natal, é substituída pelo róseo simbolizando a alegria do Natal, da Encarnação do Verbo de Deus que está cada vez mais próximo de nós.
Na primeira leitura, o profeta Isaías faz-nos o convite a exultação e adverte-nos que Jesus, a grande graça do Pai vem ao nosso encontro e veremos a Sua glória.
Na segunda leitura, o apóstolo São Tiago exorta a comunidade a permanecer firme na fé e apresenta o exemplo do agricultor que aguarda pacientemente pelo grande dia da colheita. Igualmente, os cristãos são convidados a esperar perseverantes pela vinda do Senhor, nosso Deus.
O evangelho de São Mateus apresenta o testemunho de João Batista que preso manda saber notícias de Jesus, pois ouviu falar das maravilhas que acontecem em meio à comunidade.
Jesus é o grande presente do Pai, Nele se cumprem todas as promessas anunciadas pelos profetas no Antigo Testamento. Ele vem ao nosso encontro. Aguardemos o Senhor, firmes na esperança.
A Virgem Maria soube mais que ninguém se preparar para chegada do Senhor. Que ela nos ajude neste caminho e ao seu lado sigamos à direção de Belém. (Luis Souza)

domingo, 8 de dezembro de 2013

Momento "YOUCAT" 4

22-Como se crê?

Quem crê procura uma ligação pessoal com Deus e está pronto a crer em tudo o que Ele revelou acerca de Si mesmo. [150-152]
Quando a fé nasce, ocorre com frequência uma perturbação ou um desassossego. O ser humano apercebe-se de que o mundo visível e o decourso normal das coisas não correspondem a tudo o que existe. Sente-se tocado por um mistério. Persegue as pistas que o remetem para a existência de Deus e encontra-se cada vez mais confiante em abordar Deus e, por fim, ligar-se a Ele livremente. Diz-se no Evangelho segundo São João: „A Deus, nunca ninguém O viu. O Filho Unigénito, que está no seio do Pai, é que O deu a conhecer.“ (Jo 1,18) Portanto, temos de crer em Jesus, o Filho de Deus, se queremos saber o que Deus nos quer comunicar. Assim, crer significa aderir a Jesus e entregar a nossa vida inteira nas Suas mãos.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Símbolos do movimento CJC

Vamos mostrar agora os nossos símbolos o que nos identifica:

  ESCUDO


  Nosso  escudo  foi  criado  pelo  comunitário  Francisco  Mara,  da  CJC  –  Carpina.  Ele  á  a
identificação visível dos membros da CJC.
 Representado  pela  Cruz  de  Malta,  simboliza  o  Cristo  caminhante,  o  peregrino  da
história; de cor amarela significando o brio da juventude. Também
quer  dizer  que  na  juventude  está  a  riqueza  da  vida  no  mundo.  O
branco representa a PAZ extraída da vibração juvenil.
No  centro,  um  duplo  círculo  significando  a  vida  em
comunidade e a nossa união.
  Dentro,  na  parte  superior  a  sigla  CJC  que  sintetiza  nosso
nome; e na inferior, o lema “UNIR PARA TESTEMUNHAR”.
  No  centro,  a  família,  modelo  de  vivência  comunitária,
representando  a  família  CJC;  De  cor  vermelha  significando  o
sacrifício,  a  luta,  o  empenho  em  construir  uma  sociedade  mais
fraterna.

  A BANDEIRA

Autor: O jovem comunitário Francisco Mara, da CJC – Carpina. s

                                                                    Ano:  1973,  por  ocasião  do  II  Encontro  Geral  da  CJC,
após concurso.
  Dividida transversalmente em dois triângulos
escalenos;  De  cor  branca,  na  parte  superior,
significando  a  paz.  E,  na  parte  inferior,  o  azul  da
Prússia significando a juventude que constrói a paz.
  No centro, encontra-se o escudo, símbolo da
cruz,  contornado  por  dois  ramos  verdes,
representando a esperança e a vida da juventude.